terça-feira, 23 de março de 2010

‘Não somos os mesmos,nem vivemos como nossos pais’

São muitos caminhos percorridos na busca de uma tentativa de definir, conceituar, diferenciar e, sobretudo, limitar, onde inicia e onde termina o período caracterizado como juventude.
Na clássica sociedade greco-romana, as tradições culturais destacam a figura da deusa grega JUVENTA, que era invocada durante a cerimônia que oficializava a troca da roupa simples dos mancebos pela clássica toga,como indicativo de ingresso na vida adulta. De acordo com a cultura desta sociedade, a deusa JUVENTA simbolizava uma abstração, um mito criado para justificar mudanças ocorridas ao longo dos séculos. Portanto, nesse sentido, alguns estudiosos arriscam-se a dizer que a juventude é uma invenção da sociedade e limita-se a distinguir somente as fases da infância, da vida adulta e da velhice.
A imagem do jovem que se cristalizou na sociedade atual traz uma forte característica de metamorfose, de aglutinação, de inconstância, de incerteza e de desvinculação, enquanto representação de uma categoria fragilizada e vulnerável.Somos quase quatro milhões de jovens baianos que ainda achamos que termos como apolíticos é um apogeu da conscientização;somos reflexos de uma sociedade que exclui e contribui pra que índices de mortes nessa faixa etária seja superior a 70% .


Precisamos saber quem somos...

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